Terça-feira, 11 de Maio de 2010

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Já todos fomos apanhados por ondas que não imaginávamos poderem afectar-nos de uma forma tão intensa, tão injusta, tão inexpetável.
Mas, infelizmente, as ondas são assim, por vezes traiçoeiras, tantas vezes inoportunas, outras vezes destrutíveis.
Contudo, e pegando no exemplo das ondas, por mais estragos que possam fazer, é certo que darão lugar a outras ondas mais suaves, mais reconfortantes, mais aprazíveis.
Por isso, mesmo quando os nossos castelos são derrubados, mesmo quando sentimos que nada fizemos para que tal acontecesse, há que, grão de areia a grão de areia, voltar a erguê-los, com mais convicção, certos de que estes reconstruídos castelos não serão diluídos por uma outra onda qualquer.
Íris

2 comentários:

Barbie Boy disse...

Já agora se me permite, até porque julgo ser uma grande ironia, acrescentava só que é das "grandes ondas" que normalmente gostamos mais.

Sandra Neves disse...

Se por um lado é verdade que somos de repente apanhados por ondas que mudam o que julgávamos ter, por outro lado também é verdade que temos uma grande capacidade de luta e esta mesma onda que inicialmente nos parecia destruir, vem dar um novo rumo, um novo ânimo à nossa vida e mostra-nos que somos capazes! :)

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Com estes textos tentamos contribuir para um pensamento mais positivo, alertanto para pequenos pormenores que, por vezes, podem fazer grandes diferenças.

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